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Entrevista com o nosso tradutor Juan

Olá Juan, como estás?

Olá, Bom dia. Tudo bem, obrigado.

Queríamos dar uma ideia sobre o trabalho dos nossos tradutores aos nossos parceiros e amigos. Obrigada para disponibilizares alguns minutos para a entrevista.

Não há problema, é sempre bom poder fazer uma pausa de vez em quando (risos).

Há quanto tempo trabalhas na Traductanet?

Fez 6 anos no passado mês de março

És falante nativo de espanhol. De que línguas traduzes para espanhol?

Eu traduzo principalmente do alemão, inglês e português para o espanhol. Também posso traduzir do catalão, mas por enquanto não recebo muitos pedidos desta língua

Muito bem. Onde e como aprendeste estas línguas?

Para cada língua houve uma fase de aprendizagem teórica e gramatical, tanto na facultade, como por conta própria, seguida de uma estadia formativa de, pelo menos, um ano no país da língua em questão. Obtemos deste modo as competências gerais para poder comunicar numa língua estrangeira, mas ainda falta o mais difícil: aprender a traduzir. Numa fase posterior, quando já possuímos competências gerais para comunicar nessa língua estrangeira, frequentamos disciplinas de tradução especializada para essas línguas nas duas direções. Isto é complementado com a experiencia de tradução uma vez que se começa a realizar pedidos, primeiro simulados e depois reais.

Sempre soubeste que um dia irias ser tradutor? Com que idade começaste a pensar seguir esta via?

No meu caso, sim. Sempre soube. Já em criança, manifestava interesse em línguas estrangeiras e até traduzia para espanhol alguns dos livros infantis que lia em catalão. Para mim era como um jogo, tentar ver como soaria em espanhol. Já em adulto, quando tive de optar pela minha área de estudo na universidade, não tive dúvidas de que iria seguir Tradução e Interpretação.

Sentes que foi um longo caminho para atingir o nível de competência que possuis hoje enquanto tradutor?

Bom... sim, foi um caminho relativamente longo. A entrada no mercado da tradução não é assim tão fácil e já exerci outras atividades, como o ensino e outras profissões afins antes de aceder ao mercado da tradução mais especializada. O percurso até obter uma especialização reconhecida também é longo e trabalhoso. Sou também da opinião de que a tradução requere uma espécie de “intuição” linguística, que leva algum tempo a desenvolver e requere muita prática e estudo.

Na Traductanet, trabalhamos apenas com tradutores especializados em determinadas áreas, ou seja, tradutores que possuem formação ou qualificação numa determinada área especializada ou que têm alguns anos de experiência a traduzir numa área especializada. Quais são as tuas áreas de especialização?

 

As minhas áreas de especialização são várias. Trabalho em primeiro lugar em localização de páginas web e aplicações informáticas, uma área que exigiu uma especialização mais curta e moderada que as outras. Há duas outras áreas que exigiram pelo contrário um processo de especialização longo e mais difícil, nomeadamente a área automóvel (na combinação alemão-espanhol) e a área aeronáutica (na combinação inglês-espanhol).

Paralelamente, também recebi formação em transcriação e já trabalhei em diferentes projetos para diferentes marcas que consistiram em adaptar campanhas publicitárias à realidade do mercado espanhol e que implicaram estar em contacto permanente com o cliente para afinar o estilo e os objetivos pretendidos na campanha original e, deste modo, conseguir transcriar a mesma.

Quais são as dificuldades e desafios nestas áreas?

A principal dificuldade nestas áreas tão específicas e especializadas reside na gestão da terminologia, em que trabalhamos com um vasto leque de recursos, que vão desde glossários a imensas bases de dados, com um grau de especialização muito elevado e que requere capacidades técnicas muito específicas.

No caso da transcriação, é tudo muito mais literário e somos por vezes levados a lidar com muitas diversidades de estilos e de léxico até obter uma versão que tenha um efeito equivalente ao original, mas que pode, no mercado de destino, ser totalmente diferente devido a múltiplos fatores sociais em jogo.

Na tradução, qual é a tua área temática preferida e porquê?

Bom, eu sempre tive inclinação para a área científico-técnica e em especial para as áreas que mencionei anteriormente: a indústria automóvel e aeronáutica. Quis aprofundar conhecimentos em áreas que nem todos dominam. E quando alcançamos um elevado grau de especialização, a nossa produtividade torna-se cada vez maior, tanto em termos de rapidez como de eficiência, tornando assim o nosso trabalho mais rentável e satisfatório.

Ao contrário da maioria dos tradutores, trabalhas muitas vezes aqui no nosso escritório. É mais vantajoso para o teu trabalho?

Bom, do meu ponto de vista sim. Nós, tradutores internos, estamos mais... no cerne do procedimento técnico. Temos um acesso mais rápido e efetivo aos apoios e recursos técnicos e terminológicos da agência que são muito importantes. Quando trabalhamos de uma forma mais centralizada, somos por vezes solicitados a assumir tarefas de supervisão e coordenação do trabalho dos tradutores externos. Portanto, acho que sim, trabalhar internamente numa agência de tradução é mais vantajoso pelos múltiplos fatores e tarefas tangenciais para além da tradução propriamente dita.

O que gostas de fazer depois um dia de trabalho, sentado em frente de um computador? Imagino que é importante ter uma compensação.

Sim, é mesmo importante. Tento sobretudo não estar ao computador durante o meu tempo livre.

Muito obrigada pelo tempo disponibilizado!

Fevereiro 2018
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